sábado, 15 de setembro de 2012

'Estou me sacrificando pelo clube e meus companheiros', diz Assunção

LANCEPRESS! - 15/09/2012 - 15:17 São Paulo (SP)

HOME Marcos Assunção - Palmeiras (Foto: Eduardo Viana)
Assunção não joga desde o dia 15 de agosto (Foto: Eduardo Viana)

O volante Marcos Assunção é a principal novidade do Palmeiras para o clássico deste domingo, contra o Corinthians, no Pacaembu, pelo Brasileirão. Recuperado de uma artroscopia no joelho direito, o camisa 20 antecipou seu retorno para ajudar a equipe nesse momento compliado no Nacional.

O capitão palmeirense foi operado no dia 21 de agosto. Inicialmente, a previsão é que ele pudesse voltar treinar em um mês. Jogador mais experiente do grupo, ele quer livrar o Verdão desse momento complicado.

- Estou me sacrificando pelo clube e pelos meus companheiros. Ainda estou com o joelho inchado, embora sem dor, e quero ajudar o time a sair desta situação o mais rapidamente possível. Antes mesmo da partida contra o Vasco eu já estava me preparando para atuar no clássico - afirmou o jogador em entrevista ao site oficial do clube.

 O volante ainda lamentou a saída do técnico Luiz Felipe Scolari, demitido na última quinta-feira. Capitão do time, ele era um dos atletas mais próximos do treinador. Tanto que durante as entrevistas, quase sempre elogiava o trabalho do antigo comandante. Até por isso, ele fez questão de garantir que não antecipou sua volta só por causa da troca de treinador.

- Eu tinha uma relação de pai e filho com o Felipão, me considerava o braço direito dele. Fiquei muito chateado com a saída do Felipão e não admito que insinuem que estou antecipando minha volta porque ele deixou o comando do clube. Vi declarações de algumas pessoas que se dizem palmeirense dizendo que eu só estava voltando porque o Felipão saiu. Repudio totalmente este tipo de pensamento. Não faz parte da minha índole isso. Nunca fiz panelinha e sempre trabalhei honestamente - afirmou o camisa 20.

- Estou fazendo isso pelo Palmeiras, pois aprendi a amar este clube e aprendi a viver intensamente os jogos decisivos, os clássicos. Se eu fosse mau-caráter, jamais iria me colocar à disposição em um jogo como este. Iria me esconder. Mas, pelo contrário, é justamente neste tipo de jogo que eu tenho mais prazer em vestir a camisa do Palmeiras. Sei da responsabilidade que é jogar pelo Palmeiras. Posso dizer que hoje eu sou mais palmeirense do que essas pessoas que estão falando esse tipo de coisa - completou.