Caio Carrieri - 18/11/2012 - 21:41 Do enviado especial a Volta Redonda (RJ)
Um clima de velório, com lágrimas. Foi assim que o Palmeiras deixou Volta Redonda, por volta das 20h deste domingo, após o empate em 1 a 1 com o Flamengo. E ficou sabendo da confirmação do rebaixamento dentro do ônibus, no quilômetro 322 da Dutra (altura de Itatiaia-RJ) no sentido de São Paulo, quando Lusa 2 x 2 Grêmio terminou.
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Quatro carros da polícia militar e um da polícia federal seguiram o Verdão na estrada. Maikon Leite, que perdeu gols feitos neste domingo, era o mais abalado. Foi quem mais chorou antes de subir no ônibus. Apenas Gilson Kleina e dirigentes falaram na saída do estádio. O técnico considerou a entrevista um desabafo.
- Eu abracei esta situação, estamos sentindo. Voltamos tristes, vamos lamentar. Mais uma vez estou lamentando os gols que tomamos. Existe respaldo, mas ficamos chateados pelo jogo que fizemos. O que podemos fazer e estamos fazendo é trabalhar. Mobilizamos, trabalhamos, tivemos estratégia, mas não foi suficiente mais uma vez - disse, completando:
- Problemas têm de ser resolvidos, mas isso é internamente. Respeito muito os jogadores que aqui estão. O time não conseguiu reagir no campeonato.
Dos 13 desfalques, Marcos Assunção foi o único que viajou para Volta Redonda.
- É normal, ele é o capitão do time. Sempre mostrou a característica de líder. Não é porque os outros não vieram que não vencemos - afirmou o gerente César Sampaio.
A reportagem do LANCENET! seguiu o ônibus do Palmeiras na rodovia Presidente Dutra. Com luzes apagadas, alguns vendo TV, o time chega a São Paulo no início da madrugada.
Euforia e lágrimas. Veja os bastidores da queda do Palmeiras