LANCEPRESS! - 03/10/2012 - 01:02 São Paulo (SP)
O torcedor do Palmeiras não se gritar gol desde que Gilson Kleina assumiu a equipe, há duas semanas. De lá para cá foram três partidas e 100% de aproveitamento, com média de três gols por confronto: 3 a 1 no Figueirense na estreia, 3 a 0 na Ponte Preta no último sábado, e 3 a 1 no Millonarios na última terça, pela Sul-Americana.
Modesto e no estilo conversador, o treinador atribui o rendimento à atitude dos jogadores. O comandante aponta que o elenco demonstram vontade de reagir nestes meses finais da temporada.
- O segredo é o fruto do trabalho. Os jogadores entenderem que é dessa forma que temos de jogar. Muito do que estamos passando no dia a dia, com intensidade maior, os jogadores estão entendendo que podem desenvolver talento no campo do adversário. Isso passa muito mais pelo talento, qualidade dos jogadores. Eles estão querendo. O verbo é querer até o fim - declarou após o triunfo sobre os colombianos.
Kleina ainda explicou quais são os preceitos para fazer o Verdão apresentar bom rendimento dentro de campo.
- Temos valorização de posse de bola maior, estamos tentando ser agressivos no campo do adversário, marcamos mais em cima. Mas não é da noite par ao dia que se encaixa uma filosofia.
Mesmo com ótimo aproveitamento inicial, o comandante evita comemorar algo de maneira prematura. Ele sabe que foi contratado para tirar o Palmeiras da zona de rebaixamento - o time está na 18ª no Brasileiro, a três pontos do Coritiba, o primeiro fora do Z4. No sábado, o Verdão encara o clássico com o São Paulo, no Morumbi.
- Vou continuar sempre com os pés no chão. A euforia não pode acontecer. Tem de comemorar em dezembro. Continuei a mesma pessoa no Palmeiras. Daqui a pouco as coisas não acontecem e tem de administrar outra situação. Queremos sempre o resultado positivo.