sábado, 1 de junho de 2013

EUA pedem "fim do assédio" aos manifestantes da Praça da Paz Celestial

01 de Junho de 201301h43

Há uma semana do 24ª aniversário do massacre da Praça da Paz Celestial, o governo dos Estados Unidos pediu nesta sexta-feira às autoridades da China colocarem "um fim no assédio" sobre aqueles que se manifestaram durante o episódio e que preste contas "plenamente" pelas mortes ocorridas, além dos detidos e desaparecidos.

"Renovamos nossa chamada à China para proteger os direitos humanos universais de todos seus cidadãos; libertar os que foram detidos, processados, presos, desaparecidos pela força ou sob prisão domiciliar injustamente, e pôr fim a fustigação de ativistas de direitos humanos e suas famílias", afirmou a porta-voz, Jen Psaki.

Em um breve comunicado, Jen lembrou "a trágica morte de inocentes" no último dia 4 de junho de 1989, quando as tropas do Exército de Libertação Popular (ELP) dispararam contra centenas de estudantes que se manifestavam pacificamente na praça pequinesa e em outras zonas da capital há três meses pedindo reformas democráticas.

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