"O que conversamos é coisa nossa, coisas de futebol, do jogo contra o Bahia, de um pênalti que o juiz não deu. Nada de mais, foram coisas de jogo", explicou o argentino.
Uma ideia que pode ser colocada em prática no Independência é o recuo de Mazinho à armação da equipe, com Barcos entrando no ataque ao lado de Obina. A formação o agrada pessoalmente, mas lembra que a decisão final cabe a Felipão.
"Estou há 20 dias sem jogar, é óbvio que falta um pouco de ritmo. Não tive muitas oportunidades, mas consegui jogar bem com o Obina. Aí depende de como o Felipão vai armar o time, normalmente jogamos com um centroavante só, mas é questão de adaptação", concluiu.
Após doze rodadas, o Palmeiras ainda beira a zona de rebaixamento (é 16º colocado) com 10 pontos conquistados.
As informações são do Globoesporte.
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