Diretoria cortou privilégios de torcidas organizadas depois de confusão no aerporto na Argentina
O clima do Palmeiras realmente não é dos melhores. Nem mesmo antes do clássico contra o São Paulo, no Morumbi, a torcida do Verdão alivia. Depois do incidente no aeroporto na Argentina, quando torcedores e jogadores entraram em confronto en alguns atletas foram agredidos após a derrota por 1 a 0 para o Tigre, os muros da sede social do clube foram pichados neste domingo."É coisa de marginal, a torcida do Palmeiras é formada por 14 milhões de pessoas e esses marginais correspondem a 0,0000001%. Não vamos nos acovardar, o trabalho vai continuar sendo feito da mesma maneira e é claro que estamos tomando providências.
"Esse torcedor que vai agredir, pichar muro, é o mesmo que vai na arquibancada e pede jogador. Isso já aconteceu com o Vagner Love, com o Diego Souza e vai continuar acontecendo no Palmeiras enquanto as coisas não mudarem," declarou o diretor executivo do Verdão, José Carlos Brunoro.
No estádio, a chegada do time foi em clima de tranquilidade. A diretoria do Palmeiras rompeu todas as relações com as torcidas organizadas depois da confusão no aeroporto.
"O fim dis privilégios das organizadas já começou hoje [domingo]. Nos jogos aqui em São Paulo, o clube revendia uma parte dos ingressos para a Mancha. A partir de hoje o torcedor teve de comprar arquibancada como qualquer um. Enquanto não forem apresentados os responsáveis pelo que foi feito na Argentina, isso não vai mudar," explicou.
Já o presidente Paulo Nobre foi mais ríspido no comentário sobre as pichações.
"Nenhum vagabundo vai levar nada dessa diretoria. Essa diretoria não vai recuar e vamos garantir toda a segurança e tranquilidade ao elenco."